Newsletter de Outubro/2020

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NEWSLETTER DE OUTUBRO DE 2020

Olá!
Essa newsletter tem sabor especial para nós porque carrega consigo não apenas uma notícia importante, mas um marco para o Instituto Liga Social: a publicação da Vitrine de ONGs. Este projeto é a nossa força motriz. Acreditamos que a plataforma tenha potencial para transformar a forma como pessoas, físicas e jurídicas, enxergam as ONGs, contribuir para aumentar a visibilidade dessas organizações e também impulsionar a cultura de doação no Brasil. 

Que bom ter você entre os assinantes da nossa newsletter que conhecerão essa novidade em primeira mão. Fique à vontade para encaminhá-la a seus contatos ou indicar a eles que a assinem clicando aqui.

Nosso canal de comunicação está sempre aberto. Vamos adorar receber suas sugestões, críticas e comentários por esse e-mail: relacionamento@ligasocial.org.br

LANÇAMENTO

Vitrine de ONGs: visibilidade e transparência

 

Está no ar a Vitrine de ONGs, nossa central de transparência e de prestação de contas que tem como objetivo conquistar a confiança de toda a cadeia envolvida nos processos de doação a projetos socioambientais a partir da oferta de informações claras, assertivas e detalhadas sobre a atuação das organizações da sociedade civil.

A Vitrine reúne, neste momento, mais de 80 organizações que atuam em todo território nacional nas áreas de educação & cidadania, saúde & bem-estar, vida sustentável e proteção animal. 

Na página de cada uma delas, é possível saber foco de atuação, quantidade de beneficiários e valor já doado por meio de parceiros do Instituto Liga Social. Também são apresentadas histórias inspiradoras que mostram de que forma esses recursos melhoraram a vida dos beneficiários.

Quando falamos em central de transparência, não é à toa. A página de cada ONG traz seu estatuto, demonstrativo de resultado, balanço patrimonial,  contatos e também a informação detalhada do uso do orçamento anual (do ano vigente e de até dois anteriores): quantos % foi destinado a diferentes despesas da Organização.

O número de ONGs cadastradas vem aumentando semana a semana desde que iniciamos o projeto piloto com a Editora MOL e as ONGs que recebem apoio por meio de suas iniciativas.

A evolução da Vitrine de ONGs permite agora dois movimentos. Primeiro, que as ONGs que já estão na plataforma incluam um botão de doação em suas páginas da plataforma. É uma ação simples, realizada em parceria com a Doe Fácil, que permitirá que pessoas físicas e jurídicas façam suas doações por meio de boleto ou de cartão de crédito. De qualquer valor, diretamente na conta bancária da instituição. Para receber o passo a passo de como fazer o cadastro na Doe Fácil, basta entrar em contato conosco pelo e-mail patricia@ligasocial.org.br.

A segunda possibilidade é a inclusão de novas ONGs na plataforma. Neste caso, aquelas que possuem certificação da Phomenta já podem entrar em contato conosco em busca de login e senha que permitirão a inclusão dos dados. Para as organizações que ainda não possuem a certificação, há uma opção de jornada automatizada que pode ser iniciada clicando aqui

Nas próximas newsletters, falaremos também sobre como institutos e fundações empresariais podem fazer parte da Vitrine de ONGs. Fiquem atentos!

Vale assistir!

Setembro foi um mês rico em eventos sobre filantropia. No início do mês, o Instituto de Incentivo à Criança e ao Adolescente de Mogi das Cruzes realizou o 1º Seminário de Engajamento Social e Voluntariado. Para conferir a conversa entre Mario Sérgio Cortella e Rodrigo Pipponzi, co-fundador da Editora Mol e filantropo apoiador do Liga Social, clique aqui. O Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis) promoveu o Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais. Sob o tema “Novos Horizontes - Reflexões para uma filantropia pós-pandemia”, o evento reuniu mais de 30 debatedores, como o economista Eduardo Gianetti, Claudia Politanski, vice-presidente do Itaú, Edu Lyra, da Gerando Falcões, e Alcione Albanesi, da Amigos do Bem. Fundos Patrimoniais, Filantropia Comunitária e Avaliação de Impacto entraram na pauta. Os vídeos estão no YouTube do Idis.

Teoria x prática

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos com 150 executivos seniores de comunicação espalhados por 19 países e divulgada com exclusividade pela revista Exame apontou que ainda há mais teoria do que prática quando o tema são iniciativas de responsabilidade social no meio empresarial. De acordo com o levantamento, 83% dos entrevistados afirmam que muitas empresas usam a linguagem do propósito social sem ter um efetivo compromisso com mudanças. Em outro momento da pesquisa, 72% dos entrevistados afirmaram que as organizações investem muito tempo em comunicar causas sociais, deixando a escuta real das comunidades em segundo plano. Uma das possíveis explicações para isso é o fato de a responsabilidade social ainda não ser vista como área de primeira importância para as empresas.

Doação em vida
 

Há alguns dias, uma notícia invadiu a mídia: Charles Feeney, fundador do Duty Free, doou em vida sua fortuna, estimada em US$ 8 bilhões. O anúncio ocorreu em evento virtual com a presença dos bilionários Bill Gates e Warren Buffett.

De acordo com a Forbes, a maior parte da doação foi destinada a projetos de educação. O restante foi destinado para direitos humanos e mudança social, saúde, construção de um campus de tecnologia e à luta pela abolição da pena de morte nos Estados Unidos. Feeney realizou doações regulares de forma anônima nos últimos 40 anos. Ao lado da mulher, ele integra o movimento Giving While Living.

Artigo
 

A fundadora do Instituto Liga Social, Patricia Valente Haj Mussi, publicou recentemente no LinkedIn o artigo “Cobertor curto para as ONGs de assistência social”, em que reflete sobre a relação não tão evidente entre desenvolvimento territorial, uma das áreas temáticas do investimento social privado, e assistência social. 

No artigo, Patricia reflete sobre como as políticas de assistência social acabam ditando a forma de atuação das ONGs a pessoas vulneráveis e como o modelo de remuneração definido pelo poder público a essas organizações impede que elas se dediquem com mais profundidade aos planos de desenvolvimento de território.

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